Publicado em Pessoal

Confissões: De blogueira para blogueiras

Olá intrusos da minha gaveta, cof. Saibam que são muito bem vindos aqui. Hoje fui olhar as configurações do blog e fiquei muito entusiasmada ao ver que, mesmo sem divulgações, consegui 20 visualizações em menos de 24hs com uma postagem super simples (a debaixo), estamos evoluindo (nyah)! Então quero agradecer a todos que vem bagunçar esta gaveta diariamente.
Este post vai ser bem especial, prometo. Sei que muitas vezes eu falo de sentimentos alheios, mas hoje quero contar dos sentimentos que estão aqui, no meu coração, nesse exato momento. Vamos lá?

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Nas redes sociais, que uso com mais frequência e paixão, tenho colocado que sou “blogueira e pesquisadora por coração”. Vou explicar. Ser blogueira ou pesquisadora não são tarefas fáceis, exigem compromisso/dedicação e dificilmente alguém consegue se destacar nesse meio e viver apenas disso. Meu foco principal nunca foi esse, nesse ano estou entre arquitetura e engenharia florestal, faço essas coisas porque são meus hobbies e não tá na hora de assumir compromisso com eles, só depois que me formar e tiver grana o suficiente para parar de me dedicar aos “estudos”.
Desde que me descobri na internet e percebi que sabia me expressar melhor em textos, tenho blogs. Lembro que há uns meses uma colega me alertou sobre estarem falando mal do meu blog antigo (o qual colocava coisas do cotidiano do que acontecia em sala de aula, era humorístico). Ter que lidar com pessoas que irão visitar seu endereço eletrônico para comentar futilidades, entre outras coisas perversas, é realmente desumano.
Ás vezes, passamos horas pensando no que iremos postar, o que podemos melhorar, (será que o layout tá bom? será que eles gostam desse ator? será que eles vão comentar? etc e etc) e pra vir alguém só te chatear? Realmente, eu admiro todas as blogueiras, até aquelas que são blogueiras porque querem ser rycas um dia haushaush. Porque vida de blogueira não é fácil, mas pode ser fascinante, só depende do seu coração.

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Semestre que vem vou enviar, pela primeira vez, meu projeto para o CNPq. Eu criei ele com muito amor, mesmo, então pode ser que eu vire pesquisadora para desenvolver ele pra valer. Mesmo assim, a bolsa que eles garantem ao jovem pesquisador é pouco, às vezes não cobre nem os gastos de um projeto. Contudo, é mágica aquela sensação de ter algo publicado, contemplado e dizer que a autoria é sua.
Então, me prolonguei? Hahah espero que não muito. Falar do que a gente gosta empolga não é? Viver aquilo que a gente gosta é legal não é? Mas nem sempre dá para ficar sorrindo o tempo todo, é aí que lembramos que o mérito é todo nosso e que se não fosse por amor, por mais nada adiantaria. Enfim, espero que tenham gostado de saber dos meus sentimentos singelos. Ah e saibam que eu amo visitar blogs, se tiver um, basta me contar e eu vou correndo dar uma olhadinha nele, cof.
-B

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Autor:

19 anos. Acadêmica de Relações Internacionais e apaixonada por histórias de amor.

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