Publicado em Poesia

Fermata do desencontro

Escrevi ouvindo Me Encontra

Sua fermata

Como pausa

É um longo tempo

Que me causa descontamento


Escrevestes nosso romance

Impiedosamente num arranjo complicado

E eu perdi-me logo no primeiro compasso


Entreguei a ti um afinado sol maior

E pausastes enfim sem nenhum dó

Restando-me nada além de um si


Eu sei que improvisastes no arranjo

A fermata do nosso desencontro

Mas ainda prometo por ti esperar

Se resolveres voltar


Olá, senhores! ^-^

A poesia de hoje foi cheia de trocadilhos e metáforas <3. E eu vou já explicar algumas coisinhas para quem não tem conhecimento de partitura entender também.

Pois bem, a fermata é um sinal que indica sustentação indeterminada da nota ou pausa. Às vezes isso acontece com a paixão. A gente nunca sabe quanto tempo vai durar. E às vezes, perdemos tanto o controle que deixamos nas mãos daquele “alguém” que faz nossos corações bater um pouco mais forte, hehe. Esse alguém para o eu lírico é quem escreveu os arranjos.

Enfim, eu espero que tenham gostado. Se identificado também – cof cof cof – haushuas. Um abraço de urso e até o próximo post! 😀

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Autor:

E-mail: blairpttsn@gmail.com Defenda o que você acredita e tenha orgulho por quem você é!

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