Publicado em Comportamento, Crônica

Conspirações

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Olá, gaveteiros. Obrigada a quem anda acompanhando minhas crônicas que tem sido deprimidas porque, enfim, sou uma escritora que escreve o que sente. Prometo que a de hoje será para aqueles que pensam em perder a fé algumas vezes. Bora lá. ❤

Estava eu no segundo ônibus do dia. Aflita. Pensando em um turbilhão de coisas ao mesmo tempo. De repente, lá estava meu coração. Nas minhas mãos, eu tinha a coisa mais frágil que alguém poderia ter. Nele cabiam mil canções, alguns amores e os maiores sonhos. E enquanto a música do ônibus tocava, eu tentava recompor-me. Colocar no lugar os sentimentos extravasados na hora inapropriada.

A música falava sobre tentar sempre outra vez. Não me recordo qual era. Eu só pensava “Eu não quero fazer tudo pela segunda vez. Eu não aceito dar-me outra chance”. Por outro lado, eu tentava equilibrar sobre tudo o que estava acontecendo na minha vida. Eu só conseguia pesar as coisas que estavam dando errado. Eram muitas.

Mas, em meio a todas essas conspirações, eis que surge um dia que você sente que o riso é livre para ser feliz. Um dos motivos para minha felicidade foi conseguir meu estágio. Deus sabe o quanto eu estava preocupada com isso. Sem estágio, eu não poderia formar-me e sequer ir para universidade. Primeira missão foi comprida.

Depois teve simulado no cursinho. Eu segurei a prova e tranquilamente busquei esfriar a cabeça para ler tantos textos depois de um dia cansativo. Sempre tive dificuldade com o tempo. Nunca soube administrar muito bem o meu. Mas com essa correria, eu tenho aprendido. Primeiramente, sentia-me sufocada com tantas responsabilidades. Agora é libertador.

Tentei não pensar em nada disso. Em nada que poderia dar errado. O que importava naquela hora eram as minhas certezas. Não tinha tempo para lastimar ou bater a cabeça para lembrar das coisas. Tudo o que eu tinha eram as coisas que eu realmente tinha aprendido. E foi a primeira vez que eu terminei um simulado no tempo certo e tirei a maior nota da minha vida como vestibulanda.

Sabe, às vezes só precisamos encontrar paz dentro de nós mesmos. E o que me fez chegar nessa conclusão foi quando meu professor do cursinho perguntou como andava minha correria de 4° ano e eu respondi “tranquilo”. Fiquei impressionada com a minha posição diante disso. Talvez o segredo esteja em aproveitar todas as oportunidades que se tem com carinho. Gostar do que se faz. E eu realmente gosto de tudo isso que estou vivendo, apesar de parecer assustador.

Se eu não for a única a passar por isso agora, eu desejo a vocês a força. Os mais fortes sobrevivem, não é mesmo? Então muita força de vontade! Muita inspiração, muita dedicação e transpiração. Agora, vou terminar esse post com um poeminha romântico pra vocês:

Queria ser um gás nobre

Mas gás nobre não posso ser

Pois gás nobre estabiliza com 8 elétrons

E eu só me estabilizo com você

Huahsuhas. Um abraço de urso e até o próximo drama. Ops, post!

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Autor:

19 anos. Acadêmica de Relações Internacionais e apaixonada por histórias de amor.

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