Crônica

O que ficou pra trás

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As minhas coisas já estão mais ou menos onde deveriam estar. Leia-se: não tem nada bagunçado em cima da cama para arrumar depois. Eu sei das coisas que deverei fazer nas próximas semanas para me sair bem no semestre: um coisa de cada vez, por favor e com amor. Eu sei que o passado não ficou totalmente para trás, mas que eu preciso me afastar dele ainda que isso custe muito.

É como dizem: se custa a paz, custa muito mais.

Eu tenho me aceitado como introspectiva. Eu adoro conhecer pessoas e também falar sobre mim e meus planos. Mas a verdade é que eu gosto de guardar certas coisas. Eu gosto de trancar certos sonhos. Eu gosto disso de precisar me “virar” mesmo sozinha. Eu gosto de me sentir independe emocionalmente. Entretanto, em algumas noites eu sou invadida por desespero. Eu adoro ficar sozinha. Eu odeio me sentir sozinha.

Eu preciso de companhia. É mais que querer. Eu sei que preciso. E eu procuro.

Ficar sozinha é:

uma tentativa de suicídio. 

E então percebo que eu finalmente tenho para onde correr, para quem correr. Eu percebo que, dessa vez, se eu bater em uma porta, ela se abre. E o desespero passa. E pode não ser a companhia que eu mais gostaria, mas é suficiente para eu me distrair de mim e dos meus maus pensamentos.

E logo eu posso dormir e esperar que passe até de manhã. Não me rendo a ficar no quarto. Saio, tomo um sol. Faço alguma coisa. A escuridão ficou pra trás. Ou deveria.

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