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Transbordando

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Olá, gaveteiros. Como vocês estão?

Se algum de vocês conversassem com a Blenda de 2015 e a contasse que ela deixaria de ter vergonha de assinar as próprias crônicas – se escondendo atrás do seu pseudônimo – e escolheria o curso que sonhava sem medo de ser feliz, ela não acreditaria! Ela bateria o pé e diria “claro que não“, achando muita graça.

Eu não sei explicar exatamente o que aconteceu no caminho. Foram tantos baixos que eu cansei. Eu queria conhecer os altos também. Eu colocava limites sobre mim mesma e eles deixaram de fazer sentido quando eu me dei asas para me conhecer melhor.

(E agora nem as fronteiras serão meus limites “R.I pra não chorar!” hahsuahs).

O que eu quero dizer é que eu ainda estou me adaptando a essas mudanças internas e exteriorizando sem perceber. É como se eu me sentisse livre, completamente livre para correr atrás dos sonhos que há um tempo eu nem sabiam que existiam dentro de mim e que seriam mais possíveis agora.

Às vezes, numa situação de insatisfação, é preciso arriscar. É preciso ter coragem. É preciso autoconfiança. É imprescindível abrir os braços às oportunidades e se aceitar como suficiente para fazer bom proveito delas. Não é justo sermos menos do que queremos ser. A gente precisa viajar no mundo da lua, de vez em quando, e redescobrir a criança que não tinha medo do mundo e acreditava que poderia fazer dele o que quisesse.

Eu não ando escrevendo com tanta frequência. Talvez eu esteja na fase de preferir ouvir e ler mais. Aliás, eu adoro ouvir histórias. Estou num momento de encarar que eu tenho muito a aprender, não só com livros ou aulas, mas com as pessoas. Estou me doando mais desde diálogos corriqueiros às discussões mais profundas.

Eu não quero escrever por escrever. Eu quero escrever para mudar – e, se eu for boa o suficiente, melhorar – o dia de quem me lê e eu mesma, claro. O blog, os meus leitores, significam muito pra mim e se não for para escrever com todo o meu sentimento, eu posso desaparecer por alguns dias, mas eu volto quando estiver transbordando! ❤

Enfim, só para não pensarem que eu não me importo – ou coisa do tipo – eu vou contando para vocês sobre minha nova fase (não só universitária, como a Blenda que está amadurecendo) e, para quem gosta de Instagram, ficarei pertinho de vocês pelo @cronicasdagaveta. Um abraço de urso e até o próximo post! 😉

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Faça aquilo o que você sente que nasceu pra fazer

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Olá, gaveteiros. Como vocês estão?

Estava pensando em passar por aqui para contar sobre como anda minha vida. Eu não ando bem emocionalmente e isso me impede de conseguir escrever crônicas por enquanto. Outro dia seria engraçado se não fosse triste. Eu fui tentar desabafar e disse “estou com problemas” e, como resposta, recebi “e quem não está?”. Não seja essa pessoa!

Acho que não vale a pena eu enchê-los de acontecimentos negativos, apesar de eles fazerem parte de mim agora. Eu prefiro distribuir coisas boas, vocês me entendem? Eu poderia dizer que ando muito sensível, mas, pra ser sincera, eu sou assim. Só por você está me lendo, já faz eu me sentir melhor. É por isso que quero retribuir isso com um conselho: faça aquilo o que você sente que nasceu pra fazer.

A arte sempre foi muito presente na minha vida, meu escape, minha expressão, minha identidade; embora eu não seja boa musicista e, de vez em quando, nem desenhista. Entretanto, eu penso que é o que eu tenho de mais bonito a oferecer ao mundo. Nunca me identifiquei muito com um curso relacionado a área porque acredito que arte não tem uma fórmula a qual se aprende em sala de aula. Particularmente, sempre detestei as aulas de arte.

Então, descobri que existia um curso que tinha um pouco de tudo o que eu gostava de estudar: Relações Internacionais. Eu moro no Amapá, um lugar ousado para se escolher graduar na área. Não tem um mercado amplo, mas o curso recebeu nota 4 pelo MEC. Como isso não é suficiente para me segurar na graduação, corri para o plano B.

As aulas começam só 17 de abril. Logo, como não consigo ficar muito tempo em casa, decidi – com apoio da minha família – voltar a fazer cursinho. Calma! Muita gente ficou surpresa com isso, pensando que eu não queria mais o curso e não é isso. Agora eu sou concurseira e é sobre essa experiência que eu quero contar.

1 dia antes da aula: Ah, provavelmente não vou passar. Existem pessoas estudando há mais tempo que eu.

0 dia antes da aula: Olha, até que é interessante.

1 dia depois da aula: Estou mesmo aprendendo!

2 dias depois da aula: É oficial: eu sou concurseira e vou passar!! Risos.

O que quero dizer com isso é que às aulas de concurso eu vou com a certeza de que não terei nenhuma aula de Ciências da Natureza. Eu vou pra encontrar a minha área: Ciências Humanas, com doses de Informática e Raciocínio Lógico. Eu estou adorando estudar tudo e sentir que estou dando conta, coisa que eu não esperava.

Isso me fez refletir o quanto eu ficaria angustiada caso eu estivesse escolhido uma graduação como Engenharia Civil, o que quase aconteceu. Nada como estudar aquilo que você gosta! Às vezes, pensamos que é muito difícil seguir nossos sonhos. Mas sempre existem alternativas para te apoiar nisso. No meu caso, foi o pré-concurso. Espero que antes mesmo de terminar minha graduação, já tenha conseguido minha vaga.

Eu tenho um certo receio para falar de sonhos, mas eu confio em vocês. Estou toda empolgada para o começo das aulas de RI. E o concurso público é para me sustentar até conseguir a Diplomacia. Espero que Deus esteja junto comigo nessa caminhada entre fronteiras, porque é tudo o que mais sonho e sei que não será fácil.

Ah, eu preciso esclarecer algo: eu também ganhei bolsa integral pra fazer Direito, mas escolhi RI porque meu perfil como estudante se encaixa melhor na federal. No entanto, também estou esperando outro resultado de federal pro curso de Direito. Me encontro bastante dividida, mas o resultado fica para os próximos posts. Um abraço de urso! ❤

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Não está easy

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Oi, gaveteiros.

Que oi mais seco. Depois eu molho isso aí! Huahsuhas.

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Pois, bem, eu andei sumida por aqui. Não continuei meu #DDV. Enfim, o blog ficou de lado mesmo! Huahsuahs. Eu não poderia mentir só para vocês me acharem mais atenciosa ou qualquer coisa do tipo. Mas eu posso justificar e vou. Lembrando que esse é só mais um post em que eu vou conversar com vocês informalmente. 😉

Eu estou no meu último ano do ensino médio – 4° ano – e eu estou atordoada de responsabilidades e preocupações. Minha rotina até que ainda não ficou tão assustadora. Contudo, não vou bancar a pseudo intelectual dizendo que tá easy, que tá favorável. A verdade é que está muito cansativa! Mas já contei aqui que eu gosto de estar ocupada, então está relativamente tranquilo.

Eu começo o meu dia acordando um pouco antes das seis da matina. Pego dois ônibus até a escola. Por volta de duas horas chego em casa novamente. Almoço, tomo banho, tento dormir e, antes das quatro, vou resolver exercícios. Cinco da tarde, preciso estar no ponto de ônibus para ir ao cursinho de pré-vestibular, que começa às seis. Onze horas estou voltando para casa meio morta feat. enterrada.

Eu poderia tomar um café bem amargo e quente e ficar acordada por mais três horas. Pois é, não devo. Estou fazendo tratamento para minha gastrite que estava me mantando aos poucos. Parece exagero? Mas era assim que eu me sentia toda vez que vomitava tudo o que comia e morria de febre. Enfim, estou cuidando disso e tentando cuidar um pouco mais desse meu psicológico para ser uma pessoa mais “good vibes” pra evitar essas crises de gastrite. 😛

Esses mês de fevereiro veio com tudo, hein?! Terça dessa semana, fui assaltada. Foi tão perturbador. Ninguém imagina ser assaltado justo na rua que sempre brincou de bicicleta. Mas tá tudo bem. Só levaram meu celular e deixaram uma cicatriz nas minhas costas, além do material do meu cursinho. Então, estou parcialmente ótima por ainda ter meus livros.

A sensação de ter alguém querendo levar minhas coisas justo na hora que estou indo pro cursinho é de alguém tentando roubar meus sonhos, sabe? É uma angústia total.Não sei muito bem como explicar. Então, espero que não passem pelo mesmo. :/

Dois dias depois roubaram aqui em casa. Achamos que pode ser um conhecido qualquer porque só levaram a minha televisão e as chaves. Tem sido difícil dormir sem pensar nesses absurdos decorrentes. Eu acordo com qualquer barulhinho. Fico pensando como esse Brasil tá ficando. Parece que uma das saídas dessa crise consiste em cancelar a verba para educação. TSC TSC. Está tudo errado e nós, brasileiros, que precisamos sofrer as consequências.

Enfim, só contei uma parcela das coisas que têm me deixado tão aflita. Eu vou continuar postando, não se preocupem. O que tá pesando mesmo pra eu não postar é o tempo. Mas fico feliz que venham aqui mesmo quando ando sumida. Obrigada <3. Um abraço de urso e até qualquer dia, haushuahs.

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#DDV: Atrasada para o vôo

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Olá, gaveteiros! 😛

Continuando o #DDV, parei na parte que estava perdida no Aeroporto procurando minha avó. 

Logo que desci as escadas na carreira, para variar, deparei-me com tantas pessoas e decidi não enrolar para pedir informação sobre a localização do portão de saída. Encontrei com um suposto funcionário do aeroporto. Em seguida, descobri que era um senador. Não faz mal (em outras palavras: não fez a mínima diferença). Afinal, eu só precisava encontrar minha avó.

Assim que ele apontou à localização, saí de lá. Não tardei a encontrar a agulha no palheiro, apesar de ela estar muito diferente e bem vestida. Enfim, encontrei-a. Foi a maior felicidade. Ela estava com um olhar de quem tem muita história para contar, mas que contasse depois. Não me restava muitas horas em Brasília. Aliás, eu tinha apenas mais duas horas lá.

Saí do aeroporto encantada por tudo o que via. De algum modo, insisti em procurar a Dilma. Adoro tietar (risos). Minha avó queria levar-me para conhecer a rodoviária e o shopping de Brasília. Detalhe: ela queria levar-me de ônibus. “Mas é rapidinho que o ônibus chega, minha filha” ela afirmava como se conhecesse o caminho na palma da mão. Confiei.

Passaram alguns ônibus, mas nada de passar justo o que iria para rodoviária. Contudo, eu estava curtindo tanto o momento que queria ficar lá mais um pouco. Esqueci das horas. Quando quase fiquei preocupada e pensar em desisti, o ônibus passou. Subimos nele.

Brasília era tão linda, tão fria (nos diversos sentidos) e achei até o vendedor de chocolate no ônibus simpático que quis comprar dois chocolates dele. Eu estava fascinada. Ruas bonitas. Muitas árvores. Meu Deus, como eu tive vontade morar ali para sempre ou, pelo menos, por mais uma noite. No entanto, não podia brincar com meu vôo. Minha tia estaria esperando-me no aeroporto do Rio de Janeiro às 22 horas.

Na realidade, minha avó não tinha noção alguma do tempo que demorava o ônibus para rodoviária. Demorou e muito. A vantagem é que conheci grande parte da cidade. Ele deu muitas voltas. Enfim chegamos. Quis uma sandália para calçar. Não estava mais aguentando meu tênis desconfortável. O.K, compramos a sandália. Enrolamos um pouco. Mal entramos no shopping e provei o pastel de palmito de lá. Nada demais fizemos e já iria dar 20 horas!

Meu vôo decolava às 20h40. Precisávamos de um táxi. Tipo, URGENTE. Conseguimos um. O taxista era tranquilo e, quando interagia, era de poucas palavras. Mas ainda bem, ao menos não se distrai.

Quando cheguei no aeroporto, ainda eram 19h50. Ufa! “Relaxa, vai dar tempo” eu pensei. Despedi-me ligeiro da minha avó, quase de coração partido por não poder ficar mais tempo e corri para o embarque. Nitidamente lembro-me das energias negativas do cara que me revistou. Ele afirmou que se eu não corresse mais rápido, eu certamente perderia o vôo. Mas ele não disse brincando ou preocupado, ele disse como se aquelas palavras fossem um tipo de profecia. Foi tão forte que fiquei com medo e subi a escada rolante correndo!

Cara, foi muito sinistro depois disso. Acho que há tempos eu não ficava tão apavorada. Isso vai ser assunto para a próxima crônica! 🙄

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#DDV: Embarcando sozinha

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Olá, gaveteiros! O que dizer dessa selfie de cara inchada? 😛 Vou contar, por meio de crônicas, meu Diário de Viagem – #DDV. Bora lá para o primeiro?

Cheguei no Aeroporto de Macapá. Cidade pequena é sempre assim mesmo: fácil de encontrar um conhecido. Para variar, cheguei em cima da hora. Meu pai quem levou-me. Ele nem parecia preocupado com as horas. Dei corda a ele e não deu tempo de fazer muita coisa antes de embarcar.

Estava aflita se estava com todos os documentos necessários. Viajar sozinha pela primeira vez é algo mais sério do que eu imaginava. Mas até aí tudo tranquilo. Minha mãe chegou em seguida. Caminhamos à paleta mexicana do aeroporto. A minha foi de Kiwi e a dela de abacaxi com hortelã. Enfim, já era a hora de ir.

Tudo certo para o embarque. A mala maior foi antes de mim e a menor comigo. Meu acento era na janela. Não poderia ser mais maravilhoso senão fosse pelos velhinhos ao meu lado com gases. Mas tudo bem. Apreciei cada segundo da decolagem pela janela e foi fascinante estar nas nuvens, no sentido literal.

Logo liguei meu notebook. Coloquei os fones e dentro de mim era festa. Anitta num volume razoavelmente alto. Dei continuidade a minha fic. Eu estava confortável com tudo aquilo, sem frio na barriga. Estava sendo ótimo estar ali, sozinha. Quer dizer, eu estava com meus personagens.

O lanchinho do avião sempre deixa-me ansiosa. Eu fico entusiasmada para comer o lache que não vem de casa. Coisa de gente gulosa. Ah, eu estava vestindo minha blusa preferida (a do Star Wars <3). Pedi um suco de laranja, um bolinho da bauducco e uma bolachinha. Confesso que lanche de avião já foi melhor.

Não demorou muito e estava pertido de Brasília, onde eu faria uma parada. Eu desliguei o notebook e voltei a namorar com a janela. A vista nunca foi tão estonteante. Aquele distrito encantou-me pela organização e pelo verde. Ah, que clima libertador. Friozinho. Hora de descer do avião e encontrar-me com a minha avó.

Desci, toda empolgada. Tinha um ônibus à espera. Levou-me até o aeroporto. Animada, cacei-a com os olhos. Dei algumas voltas. Nada.  Bateu um leve desespero e chateação. ELA NÃO ESTAVA LÁ!

A continuação fica para o próximo post e vai ser cheeeeeio de fotos, hehe. Beijinhos de luz! 🙄

 

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Escrevi ouvindo Beating Heart

Olá, gaveteiros! Hehe. Eu voltei. Yay! Mas eu estou muito Zzz para escrever uma crônica ou outra coisa legal. Sorry. Então vamos só conversar por meio deste post informal. ❤

Ontem estava arrumando minhas malas. Eu nunca fiz uma mala para uma viagem de um mês. Estava acostumada arrumar para, no máximo, uma semana. Então, já estou arrependida de ter deixado sobrar tanto espaço na malinha.

Vai ser emocionante pegar um voo sozinha pela primeira vez. Confesso que estou com um pouco de medo de passar frio por tantas horas ou mesmo ficar entediada se a bateria do meu notebook acabar. Fora isso, estou ansiosa pelo lanche do avião. Nhammm.

O Rio de Janeiro é maravilho e ir para lá é uma boa oportunidade para perseguir a Kéfera, hehe. Ela está lá, gravando seu filme. Estou muito animada com isso. Sem contar que a Anitta mora lá e todas as outras celebridades. Ah… Rio de Janeiro, o senhor faz-me sonhar acordada.

Talvez eu esteja parecendo boba nesse post. Don’t care! Estou prestes a fazer 18 anos, prestes a viver a rotina mais sacrificante de todas e essa viagem não deve passar em branco. Eu volto aqui e, da próxima vez, para escrever o meu #DiárioDeViagem! Um abraço de urso e até lá! 😉

 

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Eu não sei “NADA” de música

Olá, amigos! ^~^

Venho por meio deste post escrever mais uma página de diário. Okay? Então, obviamente, vou contar sobre os meus últimos altos e baixos na vida, para variar! Hehe.

Vocês sabem o quanto eu amo estudar música e o quanto eu pretendo amadurecer em conhecimento nela, não sabem? Também sabem o quanto eu amo o meu instrumento e que eu não o trocaria por nenhum outro… <3. Pois bem, um dia desses vieram dizer que eu não sabia NADA de música e portanto não se importariam com a minha opinião a respeito. Na hora, eu fiquei um tanto perplexa. Não foi o tipo de coisa que consegui ignorar com um “I don’t care”, como geralmente faço.

Acho que pior que a crítica de uma pessoa que não tem nada ver com a sua vida, é aquela que vem de alguém que convive com você e sabe muito bem como te machucar. Eu ainda estou tentando engolir isso a cada dia. Eu não gosto de ser o tipo de pessoa que semeia a discórdia e cativa rancor com o passar do tempo. Ao contrário. Logo, eu tentei encontrar algum bom proveito que eu poderia tirar daquela situação. Eu não acredito que palavras são ditas em vão. E portanto, depois de muito questionar, eu encontrei-o.

A verdade é que depois que eu comecei a ler partituras de um jeito mais “alfabetizado” haushaush, eu acomodei-me. Comecei a aprender músicas mais rápido e despreocupei-me com a qualidade dos sons que fazia com o arco. Eu simplesmente permiti-me estancar ali no vago conhecimento e habilidade que eu tinha com a música.

Enfim, a pessoa que fez a crítica estava certa? NÃO. É claro que eu sei, nem que seja só um pouquinho, alguma coisa de música. Essa crítica serviu para alguma coisa? SIM. Porque eu lembrei que “a melhor vingança é o sucesso”. A verdade é que quando você torna-se bom nunca coisa, não importa o quanto as demais pessoas menosprezem porque elas estarão enganando apenas a si mesmas. É por isso que tenho lembrado do meu violino todas as noites e passado mais tempo com ele. ❤

Ps: O Instagram está de prova! u.u Haushaush.

Às vezes, eu ainda acho loucura envolver-se com música. São muitos altos e baixos. Muito esforço, pouco reconhecimento. Ainda sim, eu acho que o que a música traz-me, em si, é mais alto que os baixos. Então persisto. Eu ainda não sou muito boa, é claro. Eu sou empolgada e isso atrapalha-me um pouco. Corro no ritmo, desafino ali e aqui, coloco o arco no espelho do violino… Mas enfim, todo dia é uma chance de aperfeiçoar um pouco mais.

Eu não conto nada por acaso. Eu contei tudo isso porque, além de precisar desabafar, eu defendo a ideia que a internet é uma ferramenta para cativar o amor. Então, quando alguém criticar algo que você ama, faça sempre melhor sem desistir, sem desanimar. Porque daí, essa critica será uma negativa em um milhão de positivas! 😉