Publicado em Comportamento, Diário, Pessoal

Faça aquilo o que você sente que nasceu pra fazer

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Olá, gaveteiros. Como vocês estão?

Estava pensando em passar por aqui para contar sobre como anda minha vida. Eu não ando bem emocionalmente e isso me impede de conseguir escrever crônicas por enquanto. Outro dia seria engraçado se não fosse triste. Eu fui tentar desabafar e disse “estou com problemas” e, como resposta, recebi “e quem não está?”. Não seja essa pessoa!

Acho que não vale a pena eu enchê-los de acontecimentos negativos, apesar de eles fazerem parte de mim agora. Eu prefiro distribuir coisas boas, vocês me entendem? Eu poderia dizer que ando muito sensível, mas, pra ser sincera, eu sou assim. Só por você está me lendo, já faz eu me sentir melhor. É por isso que quero retribuir isso com um conselho: faça aquilo o que você sente que nasceu pra fazer.

A arte sempre foi muito presente na minha vida, meu escape, minha expressão, minha identidade; embora eu não seja boa musicista e, de vez em quando, nem desenhista. Entretanto, eu penso que é o que eu tenho de mais bonito a oferecer ao mundo. Nunca me identifiquei muito com um curso relacionado a área porque acredito que arte não tem uma fórmula a qual se aprende em sala de aula. Particularmente, sempre detestei as aulas de arte.

Então, descobri que existia um curso que tinha um pouco de tudo o que eu gostava de estudar: Relações Internacionais. Eu moro no Amapá, um lugar ousado para se escolher graduar na área. Não tem um mercado amplo, mas o curso recebeu nota 4 pelo MEC. Como isso não é suficiente para me segurar na graduação, corri para o plano B.

As aulas começam só 17 de abril. Logo, como não consigo ficar muito tempo em casa, decidi – com apoio da minha família – voltar a fazer cursinho. Calma! Muita gente ficou surpresa com isso, pensando que eu não queria mais o curso e não é isso. Agora eu sou concurseira e é sobre essa experiência que eu quero contar.

1 dia antes da aula: Ah, provavelmente não vou passar. Existem pessoas estudando há mais tempo que eu.

0 dia antes da aula: Olha, até que é interessante.

1 dia depois da aula: Estou mesmo aprendendo!

2 dias depois da aula: É oficial: eu sou concurseira e vou passar!! Risos.

O que quero dizer com isso é que às aulas de concurso eu vou com a certeza de que não terei nenhuma aula de Ciências da Natureza. Eu vou pra encontrar a minha área: Ciências Humanas, com doses de Informática e Raciocínio Lógico. Eu estou adorando estudar tudo e sentir que estou dando conta, coisa que eu não esperava.

Isso me fez refletir o quanto eu ficaria angustiada caso eu estivesse escolhido uma graduação como Engenharia Civil, o que quase aconteceu. Nada como estudar aquilo que você gosta! Às vezes, pensamos que é muito difícil seguir nossos sonhos. Mas sempre existem alternativas para te apoiar nisso. No meu caso, foi o pré-concurso. Espero que antes mesmo de terminar minha graduação, já tenha conseguido minha vaga.

Eu tenho um certo receio para falar de sonhos, mas eu confio em vocês. Estou toda empolgada para o começo das aulas de RI. E o concurso público é para me sustentar até conseguir a Diplomacia. Espero que Deus esteja junto comigo nessa caminhada entre fronteiras, porque é tudo o que mais sonho e sei que não será fácil.

Ah, eu preciso esclarecer algo: eu também ganhei bolsa integral pra fazer Direito, mas escolhi RI porque meu perfil como estudante se encaixa melhor na federal. No entanto, também estou esperando outro resultado de federal pro curso de Direito. Me encontro bastante dividida, mas o resultado fica para os próximos posts. Um abraço de urso! ❤

Publicado em Comportamento, Pessoal

Quanto custa o seu sonho?

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Escrevi ouvindo Kiss Me – Ed Sheeran

Você já se perguntou quanto custa o seu sonho?

O meu custou um pouquinho caro.

Eu assitia meu pai pagando cursinho pra mim todo mês. Quando ele me levava pra aula, fazia muitas perguntas sobre como eu estava indo ou se eu passaria. Eu não sabia exatamente o que responder. Eram muitas cobranças. Ele estava fazendo tudo o que poderia pra que hoje eu comemorasse e todos os dias eu me questionava se estava conseguindo fazer a minha parte também. Afinal, nem sempre o sonho custa apenas o material de estudo.

A verdade era que sim. Eu estava fazendo tudo o que eu poderia, passando um pouco até do meu limite. Do meu próprio limite. E algumas vezes me esqueci que a regra para persistir é não se comparar com os demais. Cada pessoa tem um tempo para aprender alguma coisa. Eu devorava um assunto extenso de História em uma tarde e o de Biologia em uma semana. Tempo é muito complexo para se julgar. E se o seu sonho custa muito tempo, você se arrisca a pagar?

E se o tempo é um pagamento fora do orçamento, é preciso fazer trocas. Troquei Netflix por vídeo-aulas. Troquei intervalos jogando conversa fora por minutos escrevendo redações. Troquei noites bem dormidas para correr atrás de matéria atrasada. Troquei saídas com os amigos por aulas extras de preço simbólico. Troquei praticamente minha saúde para estar “sorrindo” agora. Por que? Porque eu tinha pressa.

Recentemente, precisei fazer cirurgia e agora sofro de ansiedade. Ainda não consigo ficar completamente em paz porque ainda sinto a estranha sensação de que alguma coisa dará errada. Isso tudo porque eu não corri atrás do meu sonho de foma saudável. E você não precisa seguir por esse caminho. Agora devem ter n pessoas te cobrando, mas quem escolhe quanto pagar pelo seu sonho é você.

Então, quando tudo estiver parecendo caro demais, peça ajuda! Não guarde as cobranças só para você, não queira pagar tanto sozinho. Quando pensava que não conseguiria, eu corria para os meus amigos ou até desconhecidos e falava tudo o que estava me sufocando e foi isso que me libertou de estar pior agora. Eu sei que é comum nos sentirmos incapazes e somos tomados por vários pensamentos de desistência. Cogitamos até escolher um caminho mais “fácil”. Mas se esse caminho não é o seu sonho, nem acorde.

Não decida tentar um curso menos concorrido ou uma faculdade que não estava nos planos se você ainda pode sonhar. Eu quase caí na tentação de me inscrever para Letras ou Engenharia. A primeira porque era mais confortável de passar e a segunda porque parecia ser mais respeitável. Mas eu segurei ali minha vaga em Relações Internacionais. E pra sonhar é preciso ter coragem. 

Eu tive que colocar as cartas na mesa pra minha família e explicar pra eles o quanto eu seria infeliz fazendo Medicina ou qualquer outro curso da área de Biológicas. Sonhar também é confiar em si mesmo enquanto ninguém mais acredita tanto. E dizer isso foi como decepcioná-los. E foi nessa hora que a inspiração precisou vir de dentro, que o esforço precisou ser por mim mesma, que o sonho pareceu mais real.

Os covardes não estão dispostos a pagar com coragem pelos seus sonhos. Eles preferem desistir. Entretanto, eu espero que você não. Além disso, quando a conta estiver apertada, lembre do porquê ter começado. Lembre onde você quer chegar. Lembre que todo mundo pagou por uma conta um dia. E, só agora, eu sinto que estou voltando a ser feliz e cuidando mais de mim e da minha saúde.

Nem nos meus aniversários eu recebi tantos “parabéns”. É incrível, sabe? É maravilhoso como as pessoas sabiam o quanto passar na Federal era importante pra mim. Elas abraçam e dizem coisas carinhosas que você realmente merece ouvir depois de tantas críticas. Elas fazem até piadas pra você sorrir. Elas comemoram junto com você quando sabem o quanto você se dispôs a realizar seu próprio sonho. 

Sonhar é de graça, realizar custa um pouquinho caro. Aliás, mesmo custando caro, parece custar menos se é tudo o que você mais quer. E você paga o que for preciso. E, quando acontece, é melhor do que você esperava. Pode acreditar em mim e não dê um pé pra trás. Eu tirei várias notas baixas e foram elas que me fizeram buscar tanto o meu sonho. Eu sabia que precisava me preparar. Eu queria ter lido tudo isso antes de ter começado o meu 2016. Você é uma pessoa de sorte! Risos.

E eu espero que você viva todos esses momentos bons que eu estou vivendo agora, de coração. Nem preciso dizer que todos os gaveteiros tem a mim, certo? Vocês tem a mim para contar qualquer coisa ou mesmo pedir  alguma coisa, tirar alguma dúvida. Quem conhece meu canal com vídeo-aulas? 😛 Espero que os ajudem também.

Um abraço de urso e fiquem com as fotos mais calouras dessa gavetinha! ❤

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Tutorial: 5 coisas boas

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Olá, gaveteiros! ❤

Há uns anos, li um post no blog Depois dos Quinze o qual nunca esqueci: para cada coisa ruim, cinco boas acontecem. A verdade, é existem coisas boas acontecendo o tempo todo. O tutorial de hoje funciona se você colocar uma música que te faça bem (no meu caso, estou ouvindo The Cave) e se dispor a escrever as coisas boas de hoje.

Eu posso ser a primeira! 😉


A pior coisa que aconteceu no meu dia:

Ter sentido dor quando tentei levantar sozinha e espirrar.

As 5 coisas boas que aconteceram hoje:

A Melanie ter entendido que não pode pular em mim (e ficamos juntinhas);

Mingau de aveia pela manhã (o primeiro mingau em casa);

Lembrar que amanhã é o meu aniversário (eu tô ansiosa por mais que eu saiba que não posso ir a qualquer lugar e não esteja contando com visitas);

Assistir Glee (apenas é minha série preferidas e eu adorei os covers dos episódios de hoje);

O pôr-do-sol e o clima nublado o dia todo, sem suor e só friozinho com meu pijama favorito.


Espero que você tenha a chance de fazer isso nas suas anotações também. O Twitter me faz perceber que reclamando a todo minuto. Eu gostaria que todos tivesse a oportunidade de parar a vida por um minuto e perceber que viver é a melhor oportunidade que poderíamos aproveitar em nossa passagem terrestre.

Isso pareceu muito do além? Risos.

Enfim, não sei como me expressar muito bem. Então, em suma, espero que você tenha a chance de sorrir hoje pelo simples motivo de você estar bem do jeito que está. E caso não esteja, um abraço de urso mais apertado de todos. Até o próximo post. Meu Deus! Até lá, serão 19 anos! Huahushuas 😛

 

Publicado em Crônica, Pessoal

Até o meu 2017

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Olá, gaveteiros! ❤

Quero fazer algumas considerações caso eu passe as semanas que virão sem comparecer por aqui. É difícil escrever sobre isso. Agora estou ouvindo Sunburn do Ed Sheeran. Foi meu cantor mais ouvido em 2016. Eu gosto de confiar que tudo melhora quando somos envolvidos por uma canção. É isso o que eu faço quando me sinto mal.

Vocês lembram do meu primeiro post de 2017? Eu estava focada nas minhas expectativas. Eu estava toda esperançosa. Mas, pra mim, é como se 2016 ainda não tivesse acabado. Eu me sinto presa dentro de um pesadelo.

Nos últimos meses do ano passado, eu estava sentindo muitas dores. Eu imaginava que fosse porque eu carregava muitos livros e mochila. Daí, eu comia e, em seguida, vomitava. Ficava confusa se isso estava ocorrendo porque comecei a praticar atividades físicas. Mas semana passada, senti a pior crise de todas. Fui parar no hospital.

Tudo aconteceu de forma muito rápida. Graças a Deus. Muitos exames, mas nada tão anormal. Uma ultrassom e respondeu tudo: eu estava com Colelitíase. Enfim, eu não quero explicar sobre isso. Sinceramente, não desejo nem pra sociedade machista e racista.

E agora, numa pausa entre as crises, estou de cama. Minha única esperança é fazer a cirurgia logo. Eu não aguento mais tantas injeções todos os dias. É deprimente passar mais tempo no hospital do que em casa e ver tanta gente numa pior. Entretanto, isso faz refletir. Entendem? Não contei tudo isso pra vocês sentirem muito por mim, mas pra que sintam por vocês mesmos.

Quando não se tem saúde, tudo tem muito valor. A risada? Dói. Eu não posso rir muito senão minhas próximas horas serão chorando de dor. Não posso fazer coisas simples como caminhar na praça, porque mal consigo andar. E cada conversa, mesmo que por whatsapp, com meus amigos tem sido preciosa. Fez eu perceber que a vida é mais do aquilo que a gente espera que seja.

Eu tava numa fase na qual eu reclamava demais. Às vezes, me aborrecia comigo mesma por reclamar tanto. Até quando me perguntavam, quando eu mencionava o blog, sobre o que eu escrevo, eu respondia: reclamações do amor. E agora eu tenho agradecido até quando o almoço não é sopa como sempre.

Eu tava animada pro meu aniversário. Até coloquei contagem regressiva aqui no blog. Quem viu? Mas será provavelmente no hospital. Eu quero imaginar que meu 2017 ainda não começou. Quero pensar que essa é minha nova chance. É como nascer outra vez e dar novos sentidos às coisas.

Então, se hoje vocês tiverem a chance de serem felizes, não deixem pra depois! Sério, não deixem as risadas, os abraços, os amigos, a família, o sorvete, o filme, nada pra depois. O que me conforta é que ao menos por enquanto ainda posso me despedir temporariamente de vocês e dizer mais uma vez que são importantes pra mim.

Na minha volta, espero reclamar menos. Sempre curti crônicas sobre temas do cotidiano, como trabalho e situações engraçadas. Se depender de mim, ainda teremos mais disso por aqui e também desejo continuar ajudando de alguma forma escrevendo sobre o que ando aprendendo com a vida. Muita paz e saúde para quem fica.

Um abraço de urso.

E até o meu 2017 (que ainda não começou). 😛

Publicado em Comportamento, Pessoal, Saudações

2017: No regrets, just love

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Há um ano, eu estava na praia de Niterói, num show do Jota Quest. Os fogos de artifício foram maravilhosos e, na hora deles, tocou Queen. Era um momento mágico. Eu tinha ideia de que 2016 não seria fácil, embora eu tivesse várias expectativas.

Neste ano, foi tudo bem diferente. Fiquei em casa, com minha vó, e nos divertimos no Karaokê. Foi legal. Aqui em casa ninguém canta bem. Mas adoramos cantar. Fazer o quê? Troquei mensagens de ano novo depois disso, não é algo que costumo fazer. Passei a virada com uma blusa do meu pai, a qual tem mais que a minha idade. Além disso: estava tocando “Teenage Dream”, da Katy Perry.

São vários sentimentos: amor, medo, ansiedade envolvidos em todos os meus sonhos pra esse ano. Segunda-feira, vou entregar meu currículo nas livrarias da cidade. Parece um sonho bobo? Mas é o meu sonho. Quero dizer, é o primeiro passo. Quero começar a trabalhar e consigo me imaginar sendo feliz conversando sobre livros com os clientes. Ademais, pretendo terminar de escrever/desenhar o meu ano que vem.

Acho que 2017 já começou me ensinando que eu não preciso estar numa cidade maravilhosa, como Niterói, para me inspirar a preencher o meu coração de planos. Estou vivendo mais o meu trecho preferido “no regrets, just love”. Quero dizer, passei grande parte de 2016 apenas lastimando as coisas que eu poderia fazer. Que nesse ano haja mais amor, menos cobranças. As consequências que virão serão aquilo que florir dos sentimentos que plantar. Esse é plano.

Ano passado, eu fiz 18 anos e vivi presa numa rotina sem tempo para descobrir a vida (diversão e responsabilidades). Agora, eu não tenho mais as mesmas desculpas. É um pouco assustador imaginar que falta pouco tempo para eu ter contas para pagar, que minha família me criou para ser passarinho e voar. Tudo o que eu queria agora é um abraço de urso.

Eu sou muito medrosa. Minha maior meta para 2017 é mudar isso. Não quero perder momentos por falta de coragem. Comecei a fazer aulas de dança, o que tem sido um grande desafio porque cogitar sobre cair e machucar me deixa um pouco em pânico. Enfim, eu tenho muitas neuras para superar.

Em 2017, eu quero cuidar mais do meu corpo. Me importar mais com atividades físicas e alimentação. Além disso, quero cuidar mais do meu coração. Ah, vocês sabem o motivo: cardisplicente explica tudo. Quero ter mais autoconfiança nas coisas que sou e defendo. Aliás, quero ser uma pessoa mais justa e me posicionar com mais propriedade sobre meus ideais.

Espero também conhecer mais pessoas maravilhosas e aprender bastante com elas. Ai, são 1h34 e estou ficando com sono… Risos. Então, vamos logo para a parte mais importante:

Que, em 2017, sejamos muitos gaveteiros amadores. Fico imensamente feliz quando me enviam mensagens contando sobre gostarem dessa gaveta com as crônicas, poesias e fotos nossas de cada dia. Eu me sinto muito inspirada a escrever para vocês quando sei que isso pode melhorar o dia de alguém. Então, obrigada por me visitarem aqui. Tudo é escrito com muito coração.

Muito amor em 2017.

Um abraço de urso. ❤

E até o próximo post! 😉

 

Publicado em Fotografia, Pessoal

Fim de ano na praça Veiga Cabral

Olá, gaveteiros! As fotos desse dia foram improvisadas. Na verdade, fomos para a praça vender livros do nosso bazar @pedreirandoo. Estava bastante chuvoso e nublado e, durante toda uma tarde, negociamos apenas um! Huahush. Acontece. 😛

Aproveitando que a decoração de natal estava maravilhosa, fizemos alguns registros. Espero que gostem. No finalzinho, uma mensagem especial aos gaveteiros que moram no meu <3.

Então, era natal…

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Pensando em quem? @ hohoho

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@fernanda_pinheiroo

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Ela é modelo, pessoal. Risos.

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Minha favorita: Lana Del Rey vibes! ❤

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Definitivamente, 2016 não foi fácil pra ninguém. Várias histórias de amor acabando. O país em crise. Criminalidade superando. Temer. Que coisas horríveis! Sabe o que há de bom nos tempos ruins? A gente cresce.

Eu digo isso porque esse foi, provavelmente, o ano que mais me desesperei e chorei. Diversas vezes, eu só precisava estar aqui escrevendo para me sentir, de alguma forma, especial. Eu me sinto muito realizada em descobrir que a escrita é meu grande amor, desde criança.

Em 2016, eu escrevi sobre coisas que nunca imaginei. Sabe por que? Eu vivi mais. Quando aparece uma situação difícil, somos levados a sair da inércia. Só precisamos nos permitir. Isso basta. Não culpe seus problemas o tempo todo por sua vida não estar do jeito que você gostaria. Mudanças são necessárias.

Eu ainda estou com a vida toda complicada. Não sei o que me aguarda em 2017. A única certeza é que eu continuei por aqui. Sempre que precisarem, eu estarei aqui. Obrigada a quem me acompanha. Isso me faz muito feliz. Que, em 2017, nossas vidas sejam mais repletas de amor.

Abracinhos de urso e até ano que vem. ❤

Publicado em Comportamento, Pessoal

3 Lições sobre ficar sozinha

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Há alguns meses, eu escrevi aqui sobre ficar sozinha na maioria do tempo. No começo foi bem difícil. Eu ficava isolada, fechada no quarto, sentindo uma angústia enorme. Mas isso me fez aprender algumas lições.

  1. Aprendemos a valorizar quando tem gente conosco.

É muito real. É ótimo quando tenho amigos por perto pra conversar e passar o tempo. É mais maravilhoso quando me visitam. Faço questão de ser a anfitriã mais gente boa. Ultimamente, tenho dado valor até nos vizinhos. Enfim, mas existe outro serzinho que tem feito mais parte da minha vida do que qualquer outro e tem me ensinado bastante.

2. Seria mais difícil se eu não tivesse a Melanie.

A Melanie é minha poodle. Eu não queria ter cachorro, a princípio. Eu tinha medo de que ela fugisse ou pior. Mas, se ela não estivesse aqui, eu não teria superado essa situação como tenho feito. É incrível como pode existir alguém que quer ficar ao seu lado, mesmo quando não está nada favorável. Ela vem e se mete entre mim e o computador, implorando atenção. Pega sua bolinha e fica me chamando pra brincar. Ela me enche de carinho quando percebe que eu não estou bem. Ela fica a pessoa mais feliz do mundo quando a deixo entrar no meu quarto. Ela é brava quando precisa, me acorda quando vê algo estranho. Por fim, todos os dias Melanie tem me ensinado mais o significado do amor. Meu Deus, eu a amo demais e talvez eu não saiba demonstrar como ela mesma faz.

3. Ficar sozinha pode ser bom.

Desde que comecei a minha rotina solitária, ficou mais fácil focar no que eu tenho que fazer. Eu consegui seguir meu cronograma do T.C.C. E tem engajado como nunca. Enfim, só isso mesmo. Risos. Ah, só faltou contar que eu aprendi lidar melhor com isso ao sair mais do quarto, vir pra sala e sentir um vento natural. É uma ótima terapia. Recomendo tentar entrar em harmonia com a natureza também. ❤