Comportamento, Crônica

Minimalismo: quantas coisas você acredita que precisa?

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A ficha caiu: você está vivendo em função das coisas. Você gasta seu tempo, sua energia, sua vida por numerosas coisas. Ter tantas coisas pode significar, para você, sucesso. A questão é que, mesmo depois de pagas, as coisas continuam tendo um preço – para mantê-las ali bem-cuidadas – até que uma hora deixam de preencher a sua ilusória vitrine de conquistas. As coisas deixam de ser troféus e passam ser apenas “coisas”, como deveriam desde o início.

E por isso você, talvez, você sinta a necessidade de ter mais coisas. As que você tinha perderam o valor, não apenas monetário, mas o sentido de tê-las e todo o significado que pareciam ter quando você as conquistou. E esse ciclo se repete. Você acumula muitas coisas ao longo da vida. E no final aquela montanha de coisas não compensa vazio algum.

O minimalismo é sobre ter o mínimo de coisas possível para viver bem. Minimalismo é sobre ter coisas duráveis para não precisar ir tão cedo atrás de novas coisas. Minimalismo é sobre usar tempo e energia para aquilo que mais deveria importar: momentos.

Uma foto de viagem pode trazer uma lembrança boa não pelo tanto que você gastou financeiramente com o hotel que ficou e as roupas que usou. Essa fotografia deveria significar o momento em si: o quanto você estava feliz, as pessoas com quem dividiu as emoções, o quanto você aprendeu e evoluiu com a experiência.

Coisas custam dinheiro. Quando mais coisas, menos dinheiro. Menos dinheiro para o que pode acabar tendo valor de verdade. E quanto mais dinheiro você precisa: mais energia você precisa gastar para tê-lo e trocá-lo por tantas coisas.

Se você está triste e precisa comprar alguma coisa, como um bolo de chocolate, para alivar o que sente: algo continua errado. O gostinho de doce passa e a causa da tristeza continua ali esperando ser lembrada outra vez. Coisas têm muito menos valor do que atribuímos a elas.

Quer outro exemplo?

Você tem um monte de roupas e não acha “nem uma” para sair hoje à noite. Você sente que precisa de uma roupa. Não é só uma roupa, é a minha autoestima. É também como as pessoas vão te ver. “Mas essa roupa de novo?”. A gente se importa mais com as faláceas do que com a consciência de como o consumo afeta o meio ambiente. Mas, afinal por que você precisa dessa roupa?

Lembra que o minimalismo é sobre ter o suficiente do que você precisa para viver bem? Podem ter inúmeras respostas sobre “porquê”. E eu vou citar um exemplo bem interessante: preciso de roupas novas porque engordei e estou me sentindo mal com as roupas antigas. Ter roupas novas não vai fazer a pessoa emagrecer, entende?

Minimalismo não é sobre como você deve gastar seu dinheiro. É sobre pensar de forma crítica porquê você trabalha tanto. O que eu quero conquistar com o meu trabalho: coisas ou momentos? Será que eu deveria desacelerar? Será que não está na hora de eu pagar aquele curso que eu sempre quis fazer? Será que eu posso fazer a diferença em alguma ONG? E por aí vai.

Questões internas surgem e a busca pelo autoconhecimento também como caminho para verdadeira realização pessoal de viver todos os dias bem e não apenas guardar uma vida para se viver bem no final nas contas. É menos sobre como as pessoas falam e mais como você se ouve. Menos comprar e mais viver. Mais o agora do que outro momento. O presente como presente. Menos ter e mais ser.

Comportamento, Pessoal

O f*da-se que você liga

Em maio, faz cinco meses que eu iniciei na musculação. E eu me sinto feliz em ver que meu corpo está se redesenhando e isso significa muito mais do que números e formatos.

O menor peso que eu já consegui, depois do meu vigésimo aniversário, foi 58kg. Hoje, eu peso mais de 64kg. Ser saudável e praticar exercícios não é sobre pesar menos ou mais. Tem a ver com aceitação do próprio corpo e encarar novos limites. Meu formato de corpo é “grande”. Genética. Eu não vou fazer sacrifícios para vestir um 38 de novo se eu me sinto muito mais confortável usando 40/42.

Não sei o que um corpo significa para você. Não sei como você o usa. Não sei como você cuida dele. Tampouco faço ideia se você já parou para pensar sobre isso hoje. Convivo com pessoas que conseguem ligar o f*da-se para essas questões. E existe diferença entre ligar o foda-se para você mesmo e ligar o f*da-se para sociedade.

Eu admiro pessoas que simplesmente não se importam com os padrões impostos pela sociedade, sabe? Admiro meninas que colocam a pele à mostra e são bem-resolvidas com o próprio corpo, por exemplo. Por outro lado, sempre fico assustada quando algum amigo meu resolve almoçar um hambúrguer num fast food – o que eu vulgarmente chamo de suicídio lento porque aquilo claramente faz super mal pra saúde.

Já parou para pensar que o seu corpo é a coisa material mais importante que você tem?

O seu corpo é o que te mantem de pé, literalmente. F*da-se se é moda ser fitness agora. Ainda bem que não existem só modas ruins. Ser fitness não é sobre comer alface. Ser fitness não é sobre acordar cinco da manhã. Ser fitness não é “tá pago” todos os dias nos stories. É muito mais para si, por si do que exposição. O formato do corpo é consequência de uma constância nos hábitos. É mais do que uma hashtag, é um estilo de vida. E é menos complicado e doloroso do que parece.

Desde que tive problemas com gastrite, lá em 2016, eu cortei algumas coisas da minha alimentação. Com o tempo, fui fazendo trocas saudáveis: pão por tapioca, por exemplo. Garrafinha fora de casa para lembrar de tomar dois litros diariamente. Aderi batata doce nos lanches no supermercado. E assim fui adaptando aos poucos a minha alimentação. Às vezes, eu ainda como biscoitos e outras besteiras. Às vezes. O ideal é encontrar um equilíbrio e não viver de dietas: senão você vive meio infeliz.

Mas, enfim, por que significa tanto pra mim esse estilo de vida?

Primeiro, por saúde. Eu amo ter saúde. Amo ter energia. Eu adoeço, porém é mais difícil do que antes. Eu adoro poder dar meu máximo no dia. Minha rotina é bem pesada. Praticamente três turnos. Além disso, cuidar da minha saúde, é importante pra eu conseguir continuar doando sangue. Uma doação salva até quatro vidas.

Segundo que eu adoro ficar cada vez mais forte. Eu gosto de me virar sozinha: carregar coisas e tal. Meu desempenho na corrida tem melhorado porque estou fortalecendo as pernas. Ficar forte me permite ultrapassar para redefinir meus limites, sabe? Isso me faz sentir mais emponderada como feminista.

Eu poderia dizer estética, mas essa nem é uma prioridade e ainda nem tá tão visível assim. Então, acho que, por enquanto, essas são as principais coisas.

Eu lembro que nas primeiras vezes na academia, eu era super tímida. Toda flácida, mole e frouxa. Tinha vergonha de treinar na frente do espelho e quando tinha muita gente. Tinha medo de olharem para mim, meu corpo e até os pesos leves que eu escolhia! Até que eu decidi ligar o f*da-se porque ninguém começa sendo f*oda! Todo mundo ali tá em construção. Mas ligar o f*da-se pro meu corpo e voltar pra casa, e ficar mais distante dos meus objetivos, nem pensar. Entendeu a diferença?

 

Comportamento, Crônica

Fracassos sentimentais

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Escrevi ouvindo Broken Angel (Acoustic) – Boyce Avenue

Esse vai ser um daqueles textos onde eu pretendo vomitar tudo o que eu estou sentindo. Novos ciclos não precisam começar com um ano novo, né?

Preciso admitir: eu cresci e, principalmente, ainda estou crescendo. Parece que está florescendo e não tem tudo a mesma cor. Não é mais tudo sobre o amor. Talvez tudo continue sendo sobre amar e sobre fazer com amor, mas não é mais sobre procurar por ele, entende? Não é como se eu me sentisse perdida e uma outra pessoa fosse a resposta certa para algumas questões internas.

Eu passei a adolescência toda escrevendo sobre como eu me sentia e sobre amores da minha vida. Romantizava – e admito que me pego fazendo isso ainda, às vezes – meu conto de fadas antes de dormir. Mas agora outras coisas importam. Eu faço muito mais da vida do que simplesmente me apaixonar e, entre nós, eu ainda não me apaixonei nem uma vezinha neste ano e isso é a coisa mais estranha que já não me aconteceu.

Como assim? Eu vivia apaixonada!

Beleza. Sabe quando você prova tantas sobremesas no mundo? E aí uma hora você engorda e evita comer mais ou simplesmente perde a graça. Minha relação com outras pessoas têm sido isso: a coisa mais normal do mundo. O coração não acelera. Eu nem sorrio tanto. O beijo nem é de tirar o fôlego. Até tem conversa, carinho, piadinhas e para aí. Um romance meia boca demais pra mim. Pode até ser doce, mas não vale a pena.

E, paralelo a isso, eu tenho feito tantas coisas. O aplicativo da academia notificou que o meu rendimento está “incrível”. Tenho trabalhado duas vezes mais. Tenho lido mais sobre o estilo de vida minimalista. Estou fazendo planos para meu mochilão. Estou aprendendo francês. Eu sempre tive medo de misturar as coisas porque eu achava que se eu começasse a escrever coisas menos sentimentais: eu perderia a arte na escrita. Será?

O novo ciclo será mais sobre as coisas que eu gosto de ler. Não quero forçar a barra com textos dramáticos sobre fracassos sentimentais. E, com certeza, eu vou continuar escrevendo com o coração: não importa sobre o quê. É que o amor romântico não tem mais sido tão presente na minha vida. E agora parece uma boa hora para mudar e crescer na escrita também.

Mas, antes, eu vou deixar a bagunça sentimental que acumulei no bloco de notas nessa semana (porque mesmo com mil coisas para fazer, eu não perco essa mania de sentir muito mesmo quando não sinto nada por isso).

“É que, quando eu fecho os olhos para lembrar, ainda sinto o teu cheiro. E se eu tentar te tocar, nos meus braços eu te sinto. Estou ouvindo o teu respirar. Estou sentindo o meu estômago revirar e ao mesmo passo a calma me tirando para dançar. Ansiedade, desespero, desejo de te beijar. Teu silêncio é escuridão. Estou me perdendo para te encontrar. Nenhuma palavra, nenhum arrependimento. Cartas na mesa e as roupas no chão. Tira tudo. Retira tudo aquilo que você disse. Reitera que me ama. Recompõe meu coração. Confessa que ainda existe chama. Ou mente de vez: promete que não vai embora depois da transa. É que, quando eu fecho os olhos para lembrar, ainda sinto o teu cheiro. Mas a verdade é que eu não sinto, todos os dias, saudade do teu beijo. O álcool subiu. Vim naquele lugar onde te conheci. Aquele bar onde você fez o inferno dar a bênção ao nosso fica. Já beijei muitos outros caras, mas nenhum é como você. Cartas na mesa e a dignidade no chão. Não me leva a mal por não te amar e só querer ir pra cama de novo. Não me leva a mal por gostar de você, mas não como você merece. E eu sinto muito por sentir pouco demais, mas o suficiente para pensar nas palavras certas para te convencer de que vale a pena se entregar a mim mais uma vez. Mesmo que eu não segure tua mão na rua: pode se jogar quando não estiver ninguém olhando. Eu sei que os teus amigos vão julgar por se submeter ao papel de coadjuvante de novo. Então vai ser o nosso segredo. Tira tudo. Retira tudo aquilo que você disse. Reitera que me ama. O álcool subiu. Vim naquele lugar onde te conheci. Aquele bar onde eu disse sim e comecei a namorar com você. E se eu tentar te tocar, nos meus braços eu te sinto dançando comigo para comemorar.”

– para a última pessoa que fiz de conta amar

Crônica

Copo vazio e coração também

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Escrevi ouvindo James Arthur - Naked

Talvez não exista isso de vida bem-sucedida. Sei lá, quem vê de fora pode considerar um grande sucesso, mas há quatro meses que eu não entro num bar. Academia-estágio-aula-dormir. Um corpo mais bonito. No trabalho, indo bem. As notas não vão mal. Oito horas de sono. Vida social só quando encontro um conhecido na fila do almoço. Isso seria sucesso para você?

Eu passo tanto tempo no papel de girl boss que bate um vazio no dia de folga. E não tem chocolate que preencha. É um vazio daqueles sentimentos que bagunçam a rotina, sabe? Anda tudo tão certinho… Minha disciplina está tão ótima que estou falando espanhol muito bem, poderia ser outra língua também, mas… Como disse, há quatro meses que eu não entro num bar.

Meus amigos pensam que eu só estou sozinha porque eu quero. Não é bem assim… Tudo bem. Admito. Estão certos. É que eu realmente poderia ir empurrando uns ficas aqui e ali com umas pessoas aleatórias, mas isso também não preencheria o meu coração num dia de folga. Eu só gastaria tempo e dinheiro com dates ruins. Melhor investir com quem vale a pena, não é?

E quem vale a pena?

Eu acho que, acima de tudo, alguém que me veja muito além da primeira impressão e não saia confundindo as coisas e esperando que seja fácil (ou vai quebrar a cara, aviso logo). Espero que seja alguém que entenda que eu possa ser uma pessoa inteira e vou ter meus surtos de vez em quando: querendo meu espaço ou mais atenção.

Mas eu acho que o que pesa muito é eu me sentir segura. Eu preciso me sentir especial. Eu preciso sentir que posso ser idiota eu mesma. E, por isso, eu espero um senso de humor ótimo para conseguir rir de piadas aleatórias e muitas vezes sem graça. Então, amizade acima de qualquer coisa. Porque, sinceramente, trocar memes é mais importante do que trocar uns beijos.

E, depois disso, não precisa ser um gênio, mas precisa amar o que faz. Precisa se esforçar pra ser incrível e ter uma vida própria, assim como eu. Não quero alguém pra me colocar num pedestal ou me aplaudir da plateia. Adoraria dividir um palco, mas também não sei quão legal seria se fosse uma pessoa da minha área. Sempre tive medo de ter um relacionamento com uma pessoa muito parecida comigo. Mas acho que, hoje, com a maturidade que eu tenho: na verdade, adoraria.

Crônica

O último texto sobre você

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Escrevi ouvindo Let It Be - The Beatles 

É como se, de repente, tivesse ficado complicado conviver com teus defeitos, sabe? Eu sei que você sabe… Nem eu sei como você suportou os meus por tanto tempo. Deve ter sido meu rostinho fofo e a voz doce que te convenceu de que nenhum daqueles erros eram por mal. Talvez não fossem mesmo, mas não importa mais.

Desculpa. De uns tempos pra cá, os meus romances não têm passado de três meses. Eu me apresso para o final. Acho que o próximo precisa ter gostinho de começo por mais tempo… Porém, hoje é um daqueles dias difíceis que eu me sinto meio vazia, entende? Poderia te ligar e prometer alguma coisa para te conquistar outra vez, mas eu odeio mentiras e nem gosto tanto assim de você.

Você não merecia aquelas minhas desculpas. Ninguém merece, na verdade. Vou te poupar dos meus telefonemas daqui pra frente. Não vou mais mandar as mensagens que apertam teu coração com saudades. Não vou mais te lembrar sobre nosso beijo no meio rua debaixo de chuva. Você está livre agora para encontrar um amor inteiro e mais verdadeiro do que o meu.

Eu continuo sozinha, provavelmente não por muito tempo… Porque, convenhamos, eu sou carente demais para dizer não pra sempre, mas tenho me esforçado. Estou ouvindo aquelas músicas que eu aposto que você diria que está em alguma playlist sua. Não quero lembrar tanto de você assim… Ou eu posso acabar me convencendo de que te deixar livre é um erro. Então, é isso. Esse vai ser o último texto sobre você.

Crônica

Ninguém pode saber

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Eu me apaixonei por ti. Sem querer. O acidente mais bonito. Quando eu te olho, até meus olhos sorriem. Meu corpo não cansa de te sentir. Te chama. Fica em chama por ti. Fica perto de mim. O dia vai ser mais leve porque tu estás aqui. Tenho medo. Guardo segredo. Tu és demais. Mas não conto. Porque se a ficha cair, talvez tu não fiques tão perto assim. Tu é mais do que um coração pode aguentar. O meu bate tão forte que só falta explodir de tanto amar. Porém, tu não me fere e tampouco destrói. Tu trazes a risada mais bizarra. Me faz rir sem cócegas nem piada. Faz vibrar só de encostar. Me faz feliz só de lembrar. Tu és a saudade boa que me encoraja a levantar cedo nas segundas sem ressaca. Tu és o efeito energético sem colaterais. Tu és aquele próximo capítulo do meu livro preferido. Não quero acabar. Não quero o final. Não quero te contar que tu és demais e até demais pra mim.

Crônica

Seja bem-vindo (e repara na bagunça)

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Escrevi ouvindo Jason Mraz – 93 Million Miles

Não quero te impressionar. Não quero te contar sobre os meus planos pro futuro. Não quero te explicar porque acordo às cinco da manhã. Não quero que você lembre de mim pelas coisas que faço ou pelas coisas que tenho. Não quero que você se sinta distante depois de descobrir como nós podemos ser difícil pra mim.

Não quero ser tua vitrine. Nem a foto que você mostra pros amigos. Quero ser as palavras que você perde quando tenta falar sobre mim. Quero ser teu sorriso bobo no meio da aula. Quero ser tua saudade em menos de vinte e quatro horas. Quero que você perceba que, por mais difícil que pareça ser pra mim, eu continuo aqui por ti.

Eu poderia conseguir correr uma maratona que ainda seria mais fácil do que conseguir abrir meu coração. Abrir o coração é como dizer: seja bem-vindo, mas repara mesmo na bagunça. É sério. Tá tudo meio fora do lugar ainda. Ainda estamos no processo de reforma. Da última vez, eu fiquei sem chão. Quebrei as paredes para não quebrar a cara daquele filho da puta. Jurei nunca mais chamar o chaveiro. A chave joguei fora. Mas o chaveiro já está vindo… Então, espera um pouquinho…

Desaprendi chamar de amor. Não sei mais quando que se declara. E a minha mão ainda estranha estar presa em outra. O coração acelera quase parando porque não sabe se já está na hora. O beijo quase não sai porque, quando os olhos fecham, eu sinto medo do escuro. Eu sinto medo disso de não te ver mais na minha frente. Não quero te impressionar porque não tenho tudo bem-resolvido. Mas poderia tentar um bom começo contigo.

Seja bem-vindo (e repara na bagunça).